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	<title>SETESEG Seguros</title>
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	<description>Consórcios, Seguros e Previdência</description>
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		<title>Como escolher o melhor tipo de seguro?</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Corretor: a escolha de um corretor de seguros é fundamental, pois esse profissional ajudará a selecionar o seguro que atenda as necessidades. Cobertura x custo: as coberturas costumam ser padrões entre as corretoras, porém o índice de preços pode variar entre uma empresa e outra. Por isso, é necessário pesquisar e pesar custo e benefício. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Como-escolher-o-melhor-tipo-de-seguro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1895" title="Como escolher o melhor tipo de seguro" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Como-escolher-o-melhor-tipo-de-seguro.jpg" alt="" width="224" height="176" /></a>Corretor: a escolha de um corretor de seguros é fundamental, pois esse profissional ajudará a selecionar o seguro que atenda as necessidades.</p>
<p>Cobertura x custo: as coberturas costumam ser padrões entre as corretoras, porém o índice de preços pode variar entre uma empresa e outra. Por isso, é necessário pesquisar e pesar custo e benefício.</p>
<p>Terceiros: apesar de facultativa, a cobertura para danos materiais, corporais e morais de terceiros é tão importante quanto a cobertura do carro, pois o proprietário do veículo pode ser responsabilizado pelo acidente.</p>
<p>Sinistralidade: sempre procurar mais de uma seguradora, pois as estatísticas de sinistralidade podem variar entre as empresas, ou seja, o valor do seguro de um determinado carro pode ser mais barato em uma seguradora do que na outra.</p>
<p>Sem mentira: nunca se deve mentir ou omitir informações durante a avaliação do risco, ou seja, se o local onde o carro passará a noite é na garagem ou na rua, se possui alarme, se o uso do carro é para passeio, trabalho ou estudo, além da idade e sexo do condutor do veículo.</p>
<p>Carro zero: se o carro for zero quilômetro é importante saber que, se o seguro for feito antes de o veículo sair da concessionária, não será necessário realizar a vistoria. Algumas seguradoras também garantem, de três a seis meses após a contratação do</p>
<p>seguro, o ressarcimento do valor total do carro zero, em caso de sinistro.</p>
<p>Valores: é possível contratar um seguro com valor de mercado, baseado na tabela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), ou com valor determinado, mais caro e mais incomum. A apólice que consta valor de mercado pode ser alterada, caso o</p>
<p>consumidor julgue que, por conta de opcionais colocados fora da concessionária, o carro tenha valor superior.</p>
<p>Mulher: além de ser mais barato do que para os homens, o seguro para condutoras costuma ter mais benefícios. As coberturas são as mesmas, porém, o seguro para mulheres pode oferecer isenção de franquia no primeiro sinistro, por exemplo.</p>
<p>Profissionais: quem usa o carro como instrumento de trabalho deve saber que é possível pedir um carro reserva, porém a variação de preço pode chegar a 15% do valor total do seguro. Em algumas seguradoras, o serviço já está embutido na assistência 24 horas, por isso é importante se informar antes.</p>
<p>Franquia: o que poucos consumidores sabem é que existem três tipos de franquia: normal, reduzida e facultativa. A normal é a que todos conhecem, cobrada em qualquer apólice, porém é possível escolher outras modalidades. No caso da reduzida, o proprietário pede que a franquia tenha 50% de desconto, mas ela pode encarecer o seguro entre 10% e 15%. Já a franquia facultativa custa o dobro da normal, mas concede desconto de 10% no valor do seguro.</p>
<p>Seguro para o seu veículo Ricardo Ausek &gt; Corretor e delegado Sincor-PRO Diário &#8211; Qual o procedimento para fazer um seguro?</p>
<p>O seguro de carro passa pela análise orçamentária do contratante e, caso haja o interesse, o veículo é submetido a uma vistoria em que será averiguado o estado e a procedência do mesmo, além de outros fatores que cada seguradora julga necessário.</p>
<p>O Diário &#8211; Como é definido os valores das apólices?</p>
<p>As coberturas básicas, colisão, incêndio e roubo, são as mesmas para todas as seguradoras. Porém, o que encarece são as garantias adicionais e seus valores contratados, ou seja, danos causados a terceiros, assistência 24 horas, carro reserva e</p>
<p>outros.</p>
<p>O Diário &#8211; Se o contratante do seguro for mulher, casada e com filho, a apólice é mais barata? É relativo, pois também depende do tipo de uso do veículo e se os filhos já estão em idade de uso ou compartilhamento do carro. No entanto, é bom lembrar que há sim uma leve diferença.</p>
<p>A maioria está protegida 70% dos automóveis, no Brasil, são segurados.</p>
<p>80% dos veículos, no Paraná, possuem seguro.<strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Fonte: </strong>O diário.com<strong></strong></p>
<p><strong>Data: 10/11/2011</strong></p>
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		<title>Os carros mais roubados do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Gol e Uno são os primeiros da lista que tem também Fusca e MonzaPor . Gol, da Volkswagen: o modelo mais roubado durante este ano. O Gol, da Volkswagen é o carro mais roubado ou furtado do Brasil. Somente entre janeiro e outubro de 2011 foram registrados 35.636 casos. O número é bem maior que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Carros-mais-roubados-no-Brasil.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1889" title="Carros mais roubados no Brasil" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Carros-mais-roubados-no-Brasil.jpg" alt="" width="275" height="254" /></a>Gol e Uno são os primeiros da lista que tem também Fusca e MonzaPor .</p>
<p>Gol, da Volkswagen: o modelo mais roubado durante este ano.</p>
<p>O Gol, da Volkswagen é o carro mais roubado ou furtado do Brasil. Somente entre janeiro e outubro de 2011 foram registrados 35.636 casos. O número é bem maior que o do segundo veículo mais visado, o Fiat Uno, que teve 16.978 unidades furtadas ou roubadas nos primeiros 10 meses do ano. Os dados são da CNSEG (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) e foram obtidos por Época NEGÓCIOS.</p>
<p>A preferência pelo Gol se explica pela enorme quantidade de carros desse modelo em circulação nas ruas brasileiras. &#8220;O carro é o que está há mais tempo à venda e criou-se um mercado de peças roubadas atraente para os ladrões&#8221;, diz Neival Rodrigues Freitas, diretor executivo da Fenseg (Federação de Seguros Gerais).</p>
<p>Também aparecem na lista dos dez carros mais roubados, o Fusca, da Volkswagen, e o Monza, da Chevrolet. Mais uma vez a causa é o enorme apetite dos bandidos pelas peças desses veículos. São carros que têm uma frota representativa, mas não dispõem de um bom mercado de peças, o que abre brechas para o mercado negro.</p>
<p>Com base em dados do Denatran, a lista leva em conta não apenas os carros com seguro, mas toda a frota em circulação que paga o DPVAT, o seguro obrigatório de veículos. Segundo a CNSeg, nos dez primeiros meses deste ano foram registrados 215.040 casos de roubo ou furto. Quase todos são modelos mais populares, que circulam em maior número pelas ruas brasileiras. Veja a galeria abaixo com os dez modelos &#8220;preferidos&#8221; dos bandidos.<strong> </strong></p>
<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Os-carros-mais-roubados-do-Brasil-2.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-1888" title="Os carros mais roubados do Brasil-2" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Os-carros-mais-roubados-do-Brasil-2.bmp" alt="" width="553" height="549" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
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<p><strong></strong> </p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Fonte: O Globo | </strong>/ Silvia Balieiro<strong></strong></p>
<p><strong>Data: 10/11/2011</strong></p>
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		<title>Proteção veicular não garante segurança</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a Susep, órgão fiscalizador, há pelo menos 300 empresas vendendo &#8220;seguro-pirata&#8221; no país com o crescimento das vendas de automóveis, um novo golpe na hora de fazer o seguro do carro vem ganhando força no país. Trata-se de um serviço chamado proteção veicular, oferecido, na maioria dos casos, por associações e cooperativas. Funciona assim: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/proteção-veicular.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1883" title="proteção veicular" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/proteção-veicular.jpg" alt="" width="256" height="248" /></a>Segundo a Susep, órgão fiscalizador, há pelo menos 300 empresas vendendo &#8220;seguro-pirata&#8221; no país com o crescimento das vendas de automóveis, um novo golpe na hora de fazer o seguro do carro vem ganhando força no país. Trata-se de um serviço chamado proteção veicular, oferecido, na maioria dos casos, por associações e cooperativas. Funciona assim: a pessoa se associa ao grupo e paga mensalmente um valor para proteger seu automóvel. E se houver um sinistro, todos teriam que se cotizar para pagar a indenização. Acontece que grande parte desses associados não consegue ser ressarcido</p>
<p>quando ocorre um furto ou dano causado por acidentes, revela a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que fiscaliza o setor.</p>
<p>Segundo um levantamento feito pela Susep, estima-se que mais de 300 empresas atuem no país, de forma irregular, oferecendo serviço, que se assemelha a um seguro veicular. De acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), mais de 500 mil pessoas já teriam se associado ao que ela considera um &#8220;seguro pirata&#8221;. O problema, chamado de &#8220;golpe&#8221; pela Susep, veio à tona após centenas de queixas chamarem a atenção dos técnicos do órgão regulador. Susep tem mais de cem processos em andamento.</p>
<p>Diferentemente das seguradoras tradicionais, essas associações não pedem autorização da Susep para operar. Com isso, não estão sujeitas a regras que protegem o cliente, como capital mínimo para funcionar e as regras de prudência, que permitem liquidez em caso de solvência. Dessa forma, diz Luciano Portal, superintendente da Susep, essas “empresas&#8221; não honram seus contratos a longo prazo, já que muitas fecham as portas, após captar recursos dos associados.</p>
<p>Assim que recebe uma queixa, a Susep investiga e abre um processo administrativo. Atualmente, são mais de cem em andamento. De acordo com estimativas de fontes ligadas ao órgão regulador, foram cerca de R$110 milhões em multas aplicadas</p>
<p>a essas empresas. Esse assunto está ganhando uma dimensão cada vez maior e gerando muitos transtornos. Elas estão conquistando muitos clientes, com preços baixos. Temos casos de empresas que nem existem mais, pois já fecharam as portas &#8211; afirma Portal.</p>
<p>Foi o que aconteceu com o comerciante Domingos Couto, de 60 anos. Ao comprar um carro em março, decidiu aderir à proteção veicular. Pagava cerca de R$100 por mês até ter o carro furtado em agosto. Ao tentar acionar a empresa, veio a surpresa:</p>
<p>Vi que a empresa tinha fechado as portas há dois meses, mas eu continuava pagando. Achei que o serviço era um seguro, porque eles usavam expressões como sinistro, comum ao seguro. Achei que era confiável. Hoje nem sei como achar a companhia, cuja sede é em Minas Gerais.</p>
<p>Ele, assim como a psicóloga Fernanda Torres, 33 anos, não conseguiu ter o serviço após um acidente de trânsito. Ao aderir ao serviço de proteção veicular, Domingos e Fernanda assinaram um contrato dividindo o risco com os demais associados. Ou seja,</p>
<p>todos pagariam quando alguém tivesse de ser indenizado. Na seguradora, quem assume esse risco é apenas a empresa.</p>
<p>Outra diferença que percebi é que apenas o valor do meu carro entrava no valor do prêmio. Só isso era usado na base de cálculo. E sei que, ao fazer um seguro tradicional, várias outras características são avaliadas, como endereço, idade do condutor e filhos maiores de 25 anos &#8211; afirma Fernanda.</p>
<p>A proteção veicular, segundo especialistas, começou a ser oferecida em Minas Gerais. Em seguida, ganhou força no Rio de Janeiro, no Espírito Santo, na Bahia e no interior de São Paulo. O problema já assusta os corretores, segundo o Sindicato dos Corretores de Seguro (Sincor). A corretora Sônia Abranches diz que é crescente o número de clientes reclamando: O problema é que as pessoas já acham o seguro um produto confuso. Aí, acontece esse tipo de coisas e atrapalha ainda mais.</p>
<p>Eu estava no sinal de trânsito em Caxias e recebi um panfleto de uma empresa oferecendo o serviço. Fiquei impressionada como essas associações estão usando táticas de marketing para captar clientes.</p>
<p>Assim, segundo cálculos de Neival Freitas, diretor-executivo da FenSeg, cerca de 500 mil proprietários de veículos em todo o país já teriam se associado a essas cooperativas que prometem proteção em caso de dano.</p>
<p>- Há quem compare essa prática ao &#8220;esquema de pirâmide&#8221;, que promete lucros a quem fizer uma pequena contribuição. No&#8221;seguro-pirata&#8221;, os associados pagam um valor e, quando têm um problema (sinistro), ele é rateado&#8221; entre todos do grupo &#8211; disse.</p>
<p>Quem se associa ao serviço perde a qualidade de consumidor Segundo Freitas, o proprietário de veículo que se associa a uma empresa dessas perde a qualidade de consumidor, pois passa a ser um associado ou cooperativado. As empresas seguradoras estão sujeitas à aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Porém, essas associações e cooperativas, não.</p>
<p>Ainda hoje o consumidor brasileiro preocupa-se apenas com o valor a pagar, sem prestar atenção à qualidade do serviço que está sendo prometido. O atrativo do &#8220;seguro-pirata&#8221; é o preço, mas o consumidor não tem qualquer garantia &#8211; diz Freitas.</p>
<p>De olho nos problemas envolvendo os consumidores, a Susep decidiu dar um tratamento diferenciado às empresas que oferecem proteção veicular. Como um processo leva seis anos para ser julgado na Susep, o órgão firmou parceria com a Advocacia-Geral da União (AGU) para proibir, na Justiça, que essas associações consigam vender a proteção veicular. O objetivo é acelerar a punição, diz Portal. O órgão também está dialogando com a Polícia Federal e o Ministério Público.</p>
<p>Apenas em uma semana foram cinco liminares concedidas pela Justiça &#8211; destaca Portal.Uma das associações que oferecem o serviço informou que a proteção veicular foi criada para quem não tem condições de pagar por um seguro. Além disso, frisou que todas as empresas que atuam no mercado não podem ser punidas pelo erro de por um seguro. Além disso, frisou que todas as empresas que atuam no mercado não podem ser punidas pelo erro de associações menores que atuam no segmento e agem de má-fé.</p>
<p>ONDE RECLAMAR</p>
<p>A Superintendência de Seguros Privados e de Capitalização (Susep), na Av. Presidente Vargas 730, Centro, esclarece dúvidas sobre seguros, planos de previdência privada e de capitalização. Informações: 0800 021 8484<strong></strong></p>
<p><strong>Fonte: O Globo | Economia | BR</strong></p>
<p><strong>Data: 09/11/2011</strong></p>
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		<title>Segurados podem evitar prejuízos no trânsito</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:50:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Porto Seguro dá dicas para que segurados evitem ser lesados por terceiros em acidentes. Em muitos acidentes de trânsito é comum que segurados sem culpa na ocorrência arquem sozinhos com o prejuízo. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados para não ser lesado quando a responsabilidade é de um terceiro. A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) dá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/SEGURADOS-PODEM-EVITAR-PREJUIZO-NO-TRANSITO.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1877" title="SEGURADOS PODEM EVITAR PREJUIZO NO TRANSITO" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/SEGURADOS-PODEM-EVITAR-PREJUIZO-NO-TRANSITO.jpg" alt="" width="320" height="332" /></a></p>
<p>Porto Seguro dá dicas para que segurados evitem ser lesados por terceiros em acidentes.</p>
<p>Em muitos acidentes de trânsito é comum que segurados sem culpa na ocorrência arquem sozinhos com o prejuízo. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados para não ser lesado quando a responsabilidade é de um terceiro. A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) dá algumas dicas para que seus segurados do ramo Auto saibam o que fazer no caso de um acidente:</p>
<p>Primeiramente, mantenha a calma para analisar a situação e depois agir. Não discuta com os outros motoristas, nem com a polícia; Caso alguém tenha se machucado, providencie imediatamente seu socorro;Anote dia, hora e local exato e como ocorreu acidente, assim como as placas dos veículos envolvidos, isto será necessário para o boletim de ocorrência;Sinalize o local para evitar novos acidentes; Mesmo se todos os ocupantes dos carros estiverem bem, procure testemunhas.</p>
<p>Se o outro envolvido não quiser encontrar uma solução amigável para o conserto dos danos nos veículos, as testemunhas podem ser fundamentais para a resolução na Justiça; Comunique imediatamente seu corretor de seguros ou a Central 24 horas de atendimento da Seguradora Porto Seguro, solicitando um guincho para levar o veículo a um local seguro.</p>
<p>Trânsito mais gentil</p>
<p>Ainda sobre o propósito gerar mais segurança no trânsito, a Porto seguro lançou a campanha Transito Mais Gentil (www.transitomaisgentil.com.br), em dezembro de 2009, com o objetivo de promover a tolerância e a gentileza entre motoristas.</p>
<p>“A ideia da campanha surgiu a partir da percepção de nossas próprias equipes de que a intolerância no trânsito tem aumentado”,explica Fabio Luchetti, vice-presidente executivo da Porto Seguro. “O tempo gasto com transporte já é suficientemente estressante. Por isso, nossa intenção, com esta ação, é estimular a reflexão por meio do humor e do testemunho de figuras públicas, que também são motoristas, para que as pessoas evitem ou não agravem situações que diariamente causam mais desgaste e até mesmo violência nas ruas”, completa.</p>
<p>Sem multas Segurados Auto Porto Seguro da Grande São Paulo que não tiverem multas registradas na habilitação, em um período de 12 meses, vão ganhar 5% de desconto na contratação ou renovação do seguro de automóvel, podendo ainda acumular essa redução com outros descontos. A vantagem, inédita no mercado segurador, foi lançado em 1º de março e integra as diversas ações já desenvolvidas pela Companhia para estimular os motoristas a serem mais prudentes e gentis no trânsito, por meio do Movimento. Outro objetivo é incentivar os condutores a evitarem práticas que possam gerar autuações: só na capital paulista, quase R$ 500 milhões devem ser arrecadados com multas ao longo de 2010.</p>
<p>“Partimos da premissa de que os motoristas com ‘zero’ pontos na carteira devem ter um nível de cautela maior na condução de seus veículos, e que isto deve ser uma consequência de quem promove mais a gentileza no trânsito. Por isto, decidimos valorizar essa atitude com 5% de desconto no prêmio líquido do seguro”, acrescenta Marcelo Sebastião, diretor do ramo auto da Porto</p>
<p>Seguro. O desconto será concedido tanto para quem já é segurado Auto Porto Seguro, como para novos clientes que contratarem o seguro. Na renovação, o segurado poderá obter novamente a vantagem, desde que não tenha tomado multas durante a vigência anterior.<strong></strong></p>
<p><strong>Fonte: Fonte: Porto Seguro</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.portoseguro.com.br/">www.portoseguro.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Data: 10/10/2011</strong></p>
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		<title>Recall: uma questão de segurança</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando uma empresa ou fornecedor verifica que um produto ou serviço posto em circulação possui algum defeito, tem a obrigação de comunicar ao consumidor sobre essa falha. Esse procedimento tem o nome de recall, ou chamamento, numa tradução livre. Isso porque a empresa está chamando os consumidores para que atentem ao problema e ao procedimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/RECALL-uma-questão-de-segurança.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-1873" title="RECALL uma questão de segurança" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/RECALL-uma-questão-de-segurança.bmp" alt="" /></a>Quando uma empresa ou fornecedor verifica que um produto ou serviço posto em circulação possui algum defeito, tem a obrigação de comunicar ao consumidor sobre essa falha. Esse procedimento tem o nome de recall, ou chamamento, numa tradução livre. Isso porque a empresa está chamando os consumidores para que atentem ao problema e ao procedimento que ela, empresa, está disponibilizando para corrigi-lo – e que por lei deve ser gratuito,</p>
<p>conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC).</p>
<p>Mas o que deveria ser um processo para facilitar a vida dos consumidores, em especial dos motoristas – quando se trata de defeitos de fábrica em automóveis – não se comprova no cotidiano. “Mesmo com o anúncio dos recalls em diferentes meios de comunicação, conseguimos monitorar os veículos que faziam o procedimento e ficou evidenciado que a maioria dos proprietários não levava seu automóvel para ser reparado, colocando em risco não só a sua vida, mas a de outras pessoas, pedestres inclusive”, afirma o diretor interino do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e presidente do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), Orlando Moreira da Silva. Recall ou registro: Portaria nº 69 Para evitar que motoristas descuidados deixassem de atender aos recalls e circulassem com veículos com defeito, o Denatran e a Secretaria de Direito Econômico uniram forças e publicaram a Portaria nº 69. Ela afirma que quem não atender o recall no prazo de um ano, terá um registro anotado no seu Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo. Essa é uma forma de alertar a um eventual comprador do carro sobre o fato de que ele não atendeu ao chamamento.</p>
<p>Segundo o diretor do Denatran, o procedimento é simples. Com a nova portaria, a cada recall, a empresa é obrigada a informar ao Denatran uma relação com os veículos afetados pelo problema. Essa relação é automaticamente lançada no Renavam do veículo. Quando o usuário efetua o conserto, uma cópia da nota fiscal vai para a montadora que dá baixa na relação dos veículos afetados e comunica o Denatran.</p>
<p>“Ao final de um ano, os proprietários de veículos que não tiverem comparecido ao recall, vão ter uma anotação nos seus respectivos licenciamentos, para se caso houver compra e venda, o comprador saiba dessa restrição”, afirma Silva.</p>
<p>Vale lembrar que o recall é sempre gratuito e tem prazo ilimitado, ou seja, não há necessidade de fazer somente enquanto há uma campanha de comunicação sobre a falha. Mas, quanto antes reparado, melhor.</p>
<p><strong>Fonte: Dicas Auto / RE  2011 edição 42</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.dicasautore.com.br/publicador">http://www.dicasautore.com.br/publicador</a></strong></p>
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		<title>Aprenda a trocar um pneu furado</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aprender a dirigir não é apenas pisar no acelerador, saber a hora de trocar de marcha e manejar bem o volante. É saber lidar com todos os imprevistos que surgem quando se está trafegando pelas vias, sejam elas bem asfaltadas ou, como acontece com certa frequência, com alguns percalços. E são esses obstáculos que podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Aprenda-a-trocar-um-pneu-furado.bmp"></a><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Aprenda-a-trocar-um-pneu-furado1.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-1869" title="Aprenda a trocar um pneu furado" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Aprenda-a-trocar-um-pneu-furado1.bmp" alt="" /></a>Aprender a dirigir não é apenas pisar no acelerador, saber a hora de trocar de marcha e manejar bem o volante. É saber lidar com todos os imprevistos que surgem quando se está trafegando pelas vias, sejam elas bem asfaltadas ou, como acontece com certa frequência, com alguns percalços.</p>
<p>E são esses obstáculos que podem levar a um imprevisto temido por muitas mulheres, o famoso pneu furado. O que fazer quando isso acontece? E se o pneu fura numa avenida movimentada quando se está em alta velocidade? Ou, pelo contrário, numa rua erma, à noite, sem ninguém para ajudar? Será que é tão simples sair dessa situação como muita gente afirma?</p>
<p>Para o gerente de pós-vendas da concessionária Caraigá, Rafael Pinter, homens e mulheres sofrem na hora de trocar um pneu furado por uma questão simples: não terem estudado o veículo e não terem se prevenido para a ocasião. “A troca de pneu não exige força, já que na linha popular, por exemplo, uma roda de até 15 polegadas não é tão pesada e o macaco é desenvolvido justamente para que a pessoa não precise de muito esforço para levantar o carro. É só uma questão de saber como utilizar”, esclarece.</p>
<p>Outro mito muito conhecido que o gerente põe abaixo é o de andar com o pneu furado. “Não é porque o pneu furou que você precisa parar de imediato. Também não pode ficar andando por quilômetros. O ideal é conduzir até um acostamento ou local seguro para fazer a troca”. Segundo Rafael, sem causar dano à roda do carro, é possível dirigir até 200 metros, a uma velocidade de 20 km/h, sempre com o pisca alerta ligado.</p>
<p>Para facilitar a troca de um pneu furado, siga esse passo a passo e boa viagem!</p>
<p>Como trocar o pneu &#8211; Sinalize que está com problemas através do pisca alerta e diminua a velocidade até poder parar num local seguro. Estacione com o freio de mão bem puxado e a marcha engatada. Retire do porta-malas o triângulo e coloque-o a uma distância de cerca de 20 metros do veículo.</p>
<p>Encontre a chave de rodas e o macaco. Uma boa dica é já saber de antemão onde essas ferramentas ficam no seu carro, porque isso varia em cada veículo. Monte o macaco a parte que toca o carro, em geral, tem um formato de “U”, a parte que toca o chão tem superfície plana. Alinhe-a bem com a flecha que está demarcada na lataria do veículo.- Posicione o macaco firme entre o chão e o veículo no local indicado com uma flecha, próximo ao pneu. Os veículos têm esse local marcado na lataria (o ideal é levantar o macaco um palmo antes de colocá-lo embaixo do carro, o que economiza um pouco de esforço). Agora é hora de soltar os parafusos da roda, com a chave de rodas, bem encaixada, girando em sentido anti-horário. Solte um pouco os parafusos antes de levantar a roda. Gire o macaco até que o pneu desencoste do chão. Gire os parafusos até que a roda se solte. Quando se soltar, puxe firmemente em sua direção, mas com cuidado para que ela não caia sobre você.</p>
<p>Com o estepe em mãos, vá girando até deixá-lo o mais perto possível do eixo da roda. Desça o macaco até que estepe e eixo coincidam. Comece a colocar com as mãos um a um os parafusos. Desça totalmente o macaco e termine de apertar os parafusos com a chave de roda, até sentir que eles não giram mais.</p>
<p>Guarde macaco, chave de rodas e triângulo nos seus devidos lugares. Já o pneu furado, coloque no porta-malas, pois ele provavelmente não caberá no lugar do estepe. E pronto, pode seguir rodando por aí!</p>
<p><strong>Fonte: Dicas Auto / RE  2011 edição 42</strong></p>
<p><strong>http://www.dicasautore.com.br/publicador</strong></p>
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		<title>O mundo mudou e os seguros também</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 14:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O atentado de 11 de setembro impactou não só os Estados Unidos e o Oriente Médio, mas também a apólice de seguros de pessoas comuns e empresas em todos os países, incluindo o Brasil Depois de 11 de setembro de 2001 o mundo nunca mais foi o mesmo. Osama Bin Laden acertou o alvo, derrubando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/11-de-setembro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1857" title="11 de setembro" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/11-de-setembro.jpg" alt="" width="116" height="87" /></a>O atentado de 11 de setembro impactou não só os Estados Unidos e o Oriente Médio, mas também a apólice de seguros de </span><span style="font-size: small;">pessoas comuns e empresas em todos os países, incluindo o Brasil </span><span style="font-size: small;">Depois de 11 de setembro de 2001 o mundo nunca mais foi o mesmo. Osama Bin Laden acertou o alvo, derrubando as duas </span><span style="font-size: small;">torres do World Trade Center. Com elas ruíram os valores morais que embasavam a única superpotência remanescente da </span><span style="font-size: small;">guerra fria.</span></span></div>
<div><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"><span style="font-size: small;">Sem rumo, sentindo na pele os estragos e a humilhação de um ataque ao seu território, o que não acontecia há quase 200 anos, </span><span style="font-size: small;">os Estados Unidos abandonaram os princípios que o fizeram o grande campeão da liberdade, trocando o respeito pelo cidadão, o </span><span style="font-size: small;">direito de ir e vir e a inviolabilidade do lar por leis espúrias, que agrediram a alma da nação e a deixaram exposta a todos os tipos </span><span style="font-size: small;">de violência, praticados contra ela por seus próprios governantes.</span></span></div>
<p><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"><span style="font-size: small;">Como não conseguiram localizar o responsável direto pelo ataque, o primeiro revide foi contra o Afeganistão e o segundo, a </span><span style="font-size: small;">invasão, sem qualquer base legal ou fática da existência de armas de destruição em massa, do Iraque. </span><span style="font-size: small;">As duas guerras, por mais que digam que estão encerradas, continuam em andamento, com soldados e &#8220;marines&#8221; americanos </span><span style="font-size: small;">ainda em ação e mais de três trilhões de dólares de custo para o país &#8211; sem que haja no horizonte a certeza de que valeram a </span><span style="font-size: small;">pena, ou que, ao menos, tenham ajudado a marginalizar movimentos terroristas.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Mais grave do que isto, foram votadas leis que ferem diretamente o espírito da Constituição, permitindo o encarceramento de </span><span style="font-size: small;">prisioneiros sem culpa formada, a escuta telefônica sem autorização, além da alocação de verbas milionárias para sustentar o </span><span style="font-size: small;">esforço de guerra, parte das quais já se sabe foram ilegalmente desviadas.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Não tinha como ser diferente: os estragos do 11 de setembro impactaram direta e indiretamente o mundo dos negócios. Entre </span><span style="font-size: small;">eles, a atividade seguradora foi fortemente atingida, primeiro pelas altas somas das indenizações e, na sequência, quando os </span><span style="font-size: small;">prejuízos do atentando a Nova Iorque começaram a ser discutidos na Justiça.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">É verdade que a ordem de grandeza envolvida e a forma como alguns seguros tinham sido contratados obrigavam a este </span><span style="font-size: small;">desfecho, mas a simples propositura das ações envolvendo a indenização direta das duas torres levantou dúvidas sobre a </span><span style="font-size: small;">credibilidade das seguradoras e de sua capacidade de fazer frente a eventos similares.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Não há como separar as crises de 2008 e a atual do atentado de setembro de 2001. Ainda que não estejam intimamente ligadas, </span><span style="font-size: small;">as causas e efeitos se confundem e servem para explicar a leniência das autoridades frente à explosão artificial que foi criada em </span><span style="font-size: small;">cima dos derivativos e da bolha imobiliária.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Seguradoras e resseguradoras sentiram diretamente as consequências do novo cenário. A maior seguradora do mundo e </span><span style="font-size: small;">segunda empresa financeira por valor em bolsa de valores &#8211; a AIG &#8211; simplesmente quebrou e, se o governo norte-americano não </span><span style="font-size: small;">toma as medidas necessárias para salvá-la, em função de seu portfólio, o sistema bancário teria ficado em situação muito pior do </span><span style="font-size: small;">que a em que ficou.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para finalizar os estragos diretamente causados pelo atentado de 11 de setembro, o setor de seguros se viu diante de riscos que </span><span style="font-size: small;">estavam muito próximos da capacidade do mercado mundial, como foi o caso dos seguros aeronáuticos, logo após os atentados. </span><span style="font-size: small;">As apólices dos países ricos, daí para frente, mudaram de cara. </span><span style="font-size: small;">Passaram a ter exclusões para atos de terrorismo, o que até o 11 de setembro não acontecia, além de vários tipos de risco </span><span style="font-size: small;">estarem custando mais caros, apesar das coberturas menos abrangentes atualmente oferecidas.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Como se não bastasse, a natureza decidiu que era hora dela também entrar no jogo. De 2002 para cá o planeta foi chacoalhado </span><span style="font-size: small;">por tsunamis, terremotos, vulcões, nevascas, granizo, tempestades tropicais, furacões, vendavais, tornados, ciclones, </span><span style="font-size: small;">tempestades de verão, tempestades de inverno, enchentes, deslizamentos de terra e o mais de origem natural, passível de </span><span style="font-size: small;">causar dano ao ser humano.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Resumindo, entre mortos e feridos, de 2011 para cá quem perdeu foi o mundo organizado e, querendo ou não, o Brasil faz parte </span><span style="font-size: small;">dele.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Publicado em: 12/09/2011</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Fonte: O Estado de S.Paulo /  Antônio Penteado Mendonça</span></p>
<div><span style="font-size: small;"><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"> </span></span></div>
<div><span style="font-size: small;"><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"> </span></span></div>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"> </p>
<p></span></span> </p>
<p></span></p>
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		<title>Seguro de automóveis sobe mais que o dobro da inflação</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 14:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ No primeiro semestre, os preços na Região Metropolitana de São Paulo aumentaram 9%, bem acima da inflação no mesmo período, que foi de 4% O seguro do carro está mais caro. No primeiro semestre, os preços na Região Metropolitana de São Paulo aumentaram 9%, bem acima da inflação no mesmo período, que foi de 4%, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/seguro-+-que-inflação.jpg"><img title="seguro + que inflação" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/seguro-+-que-inflação.jpg" alt="" width="105" height="52" /></a></span><span style="font-size: small;"> No primeiro semestre, os preços na Região Metropolitana de São Paulo aumentaram 9%, bem acima da inflação no mesmo </span><span style="font-size: small;">período, que foi de 4% </span><span style="font-size: small;">O seguro do carro está mais caro. No primeiro semestre, os preços na Região Metropolitana de São Paulo aumentaram 9%, bem </span><span style="font-size: small;">acima da inflação no mesmo período, que foi de 4%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA), calculado pelo </span><span style="font-size: small;">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</span></span></div>
<p><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"><span style="font-size: small;">A alta está relacionada ao aquecimento da economia, segundo especialistas do setor. &#8220;Desde 2006 o mercado de automóveis </span><span style="font-size: small;">cresceu 125% em termos de número de unidades. Isso cria uma pressão nos preços: há uma busca maior pelo seguro do </span><span style="font-size: small;">automóvel&#8221;, explica o professor do curso de Gestão de Concessionárias da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), </span><span style="font-size: small;">Valdner Papa. </span><span style="font-size: small;">Grande parte destes compradores, pertencem à classe C, que adquiriu maior renda, teve acesso ao crédito e comprou seu </span><span style="font-size: small;">primeiro carro, diz Antonio Penteado Mendonça, professor da Faculdade de Administração (FIA). Segundo ele, isso também </span><span style="font-size: small;">contribui para a alta dos preços das apólices. &#8220;Existe mais possibilidade de acidentes, pela falta de prática dos novos condutores </span><span style="font-size: small;">na direção e de congestionamentos na cidade, por causa do aumento do volume de veículos. Tudo isso torna o seguro mais </span><span style="font-size: small;">caro&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">O aumento dos roubos e furtos de automóveis também colabora para o aumento do valor da proteção. Porém, Papa verifica que o </span><span style="font-size: small;">número de ações criminosas cresceu proporcionalmente ao de novos carros na cidade. Em regiões com maior incidência dessa </span><span style="font-size: small;">prática, o seguro encareceu. A Lapa, por exemplo, lidera os índices de furto e  roubo de carro nos cinco primeiros meses do ano, </span><span style="font-size: small;">segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública, o que influencia segurados que residam ou trabalhem no bairro.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Este tipo de crime também é comum em Perdizes e Pinheiros. </span><span style="font-size: small;">Segundo Papa, quem quer economizar encontra opções no mercado. &#8220;Há uma grande concorrência e várias alternativas para </span><span style="font-size: small;">comparar. A grande diferença no preço está nos adicionais oferecidos, como serviços 24h e assistência diferenciada, que podem </span><span style="font-size: small;">corresponder a até 40% do valor do seguro. A contratação deve estar vinculada à necessidade&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Mendonça reforça que o preço não deve ser o único ponto observado. &#8220;É preciso verificar condições importantes escritas na </span><span style="font-size: small;">apólice, como por exemplo, a cobertura do seguro para o caso do carro estacionado na rua ser furtado. É bom avaliar se vale a </span><span style="font-size: small;">pena optar por um seguro mais barato, mas não receber indenização nestes casos. Vale realizar uma pesquisa entre cinco </span><span style="font-size: small;">companhias diferentes com um corretor que conheça o mercado&#8221;, conclui.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">A dona de casa Elisângela Chiceri, de 37 anos, conta que quando o seguro do seu carro aumentou, ela preferiu analisar outras </span><span style="font-size: small;">opções. &#8220;Foi um aumento de R$ 1,1 mil para mais de R$ 1,5 mil. Acabei achando outro seguro por um preço menor&#8221;. A professora </span><span style="font-size: small;">Claudete Cruz, de 55 anos, também mudou de estratégia este ano. &#8220;O plano aumentou de R$ 1,4 mil para R$ 2,5 mil. Achei um </span><span style="font-size: small;">por R$ 2 mi. Preferi não ter convênio com estacionamentos, por exemplo&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">O consultor hoteleiro Arnaldo Tonini, 43 anos, é uma exceção. Ele acumulou bônus por não ter sinistros durante longo período e </span><span style="font-size: small;">obteve 10% de desconto na última renovação. &#8220;Isso fez com que eu pagasse o mesmo valor que havia pago no ano passado&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Tonini mora na zona norte e acredita que isso contribuiu para manter o preço estável. &#8220;A região não tem muitos roubos de carro&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Publicado em : 14/07/2011</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Fonte: Jornal da Tarde &#8211; CQCS Centro de qualificação do corretor de seguros.<a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/seguro-+-que-inflação.jpg"></a></span></p>
<div><span style="font-size: small;"><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"> </span></span></span></span></div>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"> </p>
<p></span></span></span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p></span> </p>
<p></span></p>
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		<title>Lei boliviana e atividades ilegais no Brasil geram alta no preço dos seguros</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 14:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A possibilidade de se conseguir prêmios de seguro de veículos mais baratos no Brasil está ficando cada vez mais remota. Afinal, esse custo se agrega automaticamente ao preço de um carro novo. Estima-se que quase todos saiam das lojas já segurados. Se for financiado, praticamente não há exceção. Entre os 35% que compram à vista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/lei-boliviana1.jpg"><span style="font-size: small;"><img class="alignleft size-full wp-image-1845" title="lei boliviana" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/lei-boliviana1.jpg" alt="" width="307" height="230" /></span></a><span style="font-size: xx-small;"><span style="font-size: small;">A possibilidade de se conseguir prêmios de seguro de veículos mais baratos no Brasil está ficando cada vez mais remota. Afinal, </span><span style="font-size: small;">esse custo se agrega automaticamente ao preço de um carro novo. Estima-se que quase todos saiam das lojas já segurados. Se </span><span style="font-size: small;">for financiado, praticamente não há exceção. Entre os 35% que compram à vista, para o próprio uso, o percentual é altíssimo.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Venda de apólices nas concessionárias integra o portfólio de serviços oferecidos. Seguro menos caro aumenta o leque de </span><span style="font-size: small;">interessados em comprar um automóvel zero quilômetro. Porém, há uma má notícia: os prêmios podem subir de preço, em vez de </span><span style="font-size: small;">cair.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Uma das razões está na polêmica lei aprovada na Bolívia para legalização de carros circulando irregularmente no país vizinho. </span><span style="font-size: small;">Durante as últimas décadas, veículos furtados e roubados atravessavam fronteiras pouco controladas, em especial do Paraguai e </span><span style="font-size: small;">Bolívia. Com isso, o seguro pago aqui aumentou continuamente pela dificuldade de recuperação. </span><span style="font-size: small;">A intenção do presidente boliviano, Evo Morales, parece boa. Trata-se de uma tentativa de controlar uma frota clandestina que </span><span style="font-size: small;">nem o governo sabe quanto representa do total. Ele foi um pouco infeliz quando afirmou que os contrários à lei queriam só </span><span style="font-size: small;">impedir que pessoas pobres tivesse acesso ao meio próprio de transporte.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para as autoridades locais, apenas veículos que cruzaram a fronteira contrabandeados ou sem pagar impostos serão legalizados, </span><span style="font-size: small;">mediante taxas de regularização. E ainda pediram ao Brasil uma relação dos carros suspeitos. Claro que quem recepciona esse </span><span style="font-size: small;">tipo de &#8220;mercadoria&#8221; vai adulterar dados e esconder a origem fraudulenta. Portanto, na prática, continuarão circulando e agora </span><span style="font-size: small;">com ficha limpa.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Acredita-se que em torno de 15% dos veículos não recuperados seguem para países vizinhos e a Bolívia é um destino fácil. As </span><span style="font-size: small;">seguradoras tenderão a repassar aos segurados brasileiros essa conta na forma de prêmios mais altos. E o pior é não haver </span><span style="font-size: small;">garantias de que o controle fronteiriço passe a funcionar de verdade. De tempos em tempos, essa espécie de anistia com o </span><span style="font-size: small;">chapéu dos outros pode ser retomada, nunca se sabe.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">A LEI QUE NÃO VINGOU</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O segundo formador de preços de apólices são as colisões e as peças utilizadas para o conserto. Estima-se que um terço dos </span><span style="font-size: small;">automóveis sem recuperação pela polícia vai parar em desmanches clandestinos. Daí a ideia de regulamentar a atividade ilegal </span><span style="font-size: small;">de desmontagem por meio de criação de empresas especializadas em separação, catalogação, reaproveitamento de </span><span style="font-size: small;">componentes e reciclagem. Se um carro sofre perda total por colisão dianteira ou traseira, por exemplo, muitas peças não são </span><span style="font-size: small;">afetadas na extremidade oposta.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em países europeus esse serviço é executado há anos e na Argentina já levou a uma diminuição significativa no índice de furtos </span><span style="font-size: small;">e roubos em apenas três anos. No Brasil, o Congresso Nacional discutiu por quatro anos e aprovou em 2010 a lei 345/07, de </span><span style="font-size: small;">autoria do senador falecido Romeu Tuma, que regulamentava a desmontagem de veículos leiloados como sucata ou classificados </span><span style="font-size: small;">como irrecuperáveis, além daqueles com mais de dez anos de fabricação.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">No entanto, em janeiro desse ano, a presidente Dilma Rousseff vetou integralmente a lei, alegando &#8220;a falta de parâmetros </span><span style="font-size: small;">técnicos mínimos para o comércio de peças usadas no mercado de reposição e da ausência de garantia do controle da qualidade </span><span style="font-size: small;">e das condições de comercialização&#8221;. Isso apesar da ampla discussão promovida por deputados e senadores, incluindo órgãos de </span><span style="font-size: small;">trânsito, seguradoras, reparadoras e fabricantes de autopeças.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Causou surpresa a rejeição total e não de pontos específicos do texto aprovado. Mesmo porque uma regulamentação bem feita </span><span style="font-size: small;">da lei poderia aprofundar exigências e controles sobre os componentes reaproveitados, ao contrário do que existe atualmente em </span><span style="font-size: small;">relação até aos desmanches regularizados.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Hoje, os modelos de entrada e de menor preço, produzidos em larga escala, sofrem com as apólices de seguros </span><span style="font-size: small;">proporcionalmente mais caras. Isso se deve à grande frota circulante de carros desse tipo, a verdadeira base do mercado, e que </span><span style="font-size: small;">continuará a crescer aceleradamente nos próximos anos. Ao mesmo tempo, atrai as quadrilhas especializadas em furto e </span><span style="font-size: small;">desmontagem de componentes, o que a lei justamente queria evitar.</span></p>
<p></span></span><span style="font-size: small;">Publicado em 26/08/2011</span></div>
<div><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;">Fonte: UOL &#8211;  CQCS Centro de qualificação do corretor de seguros.</span></span></span></div>
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<p><span style="font-size: xx-small; font-family: Helvetica;"><span style="font-size: small;"> </span></p>
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		<title>Tecnologia deve ser usada com consciência</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 15:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Sistema de Posicionamento Global, mais conhecido como GPS, é uma tecnologia americana criada na década de 70 pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América. Se no passado teve o objetivo de monitorar bombardeios, hoje o navegador é usado não somente para guiar o caminho dos condutores, mas também como TV digital, visualizador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/gps.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-1837" title="gps" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/gps.bmp" alt="" /></a></p>
<p>O Sistema de Posicionamento Global, mais conhecido como GPS, é uma tecnologia americana criada na década de 70 pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América. Se no passado teve o objetivo de monitorar bombardeios, hoje o navegador é usado não somente para guiar o caminho dos condutores, mas também como TV digital, visualizador de fotos, slot de expansão de memória, calculadora, etc.</p>
<p><strong>Utilidade</strong></p>
<p>O uso do GPS é interessante em diversas situações. Para os taxistas e amantes de viagens rodoviárias, por exemplo, é literalmente um achado, já que precisam encontrar localizações com precisão. Mas o uso das outras funções adicionadas ao aparelho tem sido alvo de discussões junto aos órgãos competentes. Adquirir um produto não tem nada de errado, mas a forma como ele é usado, sim.</p>
<p><strong>Legislação</strong></p>
<p>Em 2007, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) divulgou a Resolução nº 242, que revoga a Resolução nº 190, e dispõe sobre a instalação e utilização de equipamentos geradores de imagens nos veículos automotores.</p>
<p>Segundo a resolução, é permitida a instalação e utilização de aparelho gerador de imagem cartográfica destinado a orientar o condutor quanto ao funcionamento do veículo, a sua visualização interna e externa, sistema de auxílio à manobra e para auxiliar na indicação de trajetos ou orientar sobre as condições da via, por intermédio de mapas, imagens e símbolos, conforme Art. 1º.</p>
<p>A resolução proíbe a instalação, em veículo automotor, de equipamento capaz de gerar imagens para fins de entretenimento. O uso do aparelho dessa forma só é permitido se possuir mecanismo automático que o torne inoperante ou o modifique para a função de informação de auxílio à orientação do motorista independente da vontade dele e dos passageiros quando o veículo estiver em movimento. Ou, ainda, se estiver instalado de forma que somente os passageiros ocupantes dos bancos traseiros possam visualizar as imagens.</p>
<p>O descumprimento da lei é considerado infração média de trânsito com perda de cinco pontos na carteira gerando, como penalidade, multa de R$ 85,13 ao infrator.</p>
<p><strong>Imagem que tira atenção</strong></p>
<p>A passageira Julieta Motta é a favor do rigor da lei. Ex-motorista e, hoje, usuária assídua do serviço de táxi, a passageira possui uma experiência que exemplifica o perigo do uso da TV digital.</p>
<p>“O motorista estava dirigindo e assistindo jornal e eu incomodada, pois ele não tirava os olhos do aparelho. Cheguei a brincar falando que a TV deveria ficar na parte de trás, pois seria um ‘plus’ aos passageiros e que ainda era mais seguro, mas ele falou que já estava acostumado e que só estava com a TV ligada pois o trânsito estava pesado. Pronto, não deu cinco minutos, ele deu uma batida no carro da frente bem na hora que resolveu mudar de canal”, relata.</p>
<p>Já Carla Campos, por conta do uso da TV Digital, arrumou um problema maior quando estava dirigindo e assistindo novela. “Assumo que me distraí completamente. Fui prestar atenção em um diálogo. O carro da frente freou. Quando dei por mim já tinha batido e arrebentado a frente do meu carro e a do outro. Com o impacto, fiz chicote com o pescoço, tive de usar colete cervical e, ainda, acionar sinistro”, descreve Carla.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.dicasautore.com.br/">www.dicasautore.com.br</a> – Edição 41  </strong></p>
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