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	<title>SETESEG Seguros</title>
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	<description>Consórcios, Seguros e Previdência</description>
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		<title>Garantia Estendida: Como usar de forma segura</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 17:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A garantia estendida é uma prática adotada por muitas lojas que apresentam ao consumidor a possibilidade de o produto adquirido ter uma espécie de seguro. Neste caso, o consumidor tem que desembolsar uma determinada quantia e assinar um contrato. E é neste momento que o consumidor deve ter atenção redobrada, afinal, a garantia estendida é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/GARANTIA-ESTENDIDA-COMO-USAR-DE-FORMA-SEGURA.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-1955" title="GARANTIA ESTENDIDA COMO USAR DE FORMA SEGURA" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/GARANTIA-ESTENDIDA-COMO-USAR-DE-FORMA-SEGURA.bmp" alt="" /></a>A garantia estendida é uma prática adotada por muitas lojas que apresentam ao consumidor a possibilidade de o produto adquirido ter uma espécie de seguro. Neste caso, o consumidor tem que desembolsar uma determinada quantia e assinar um contrato. E é neste momento que o consumidor deve ter atenção redobrada, afinal, a garantia estendida é um tipo de seguro e, sendo assim, há cláusulas que podem gerar transtorno futuramente.</p>
<p>Segundo a Dra. Gisele Friso Gaspar, advogada e consultora jurídica na G.Friso Consultoria Jurídica, especializada em Direito do Consumidor e Direito Eletrônico; no caso de a garantia estendida ter o objetivo de prolongar o prazo da garantia do fabricante, ela começará a valer após o prazo da garantia contratual do produto (garantia concedida pelo fornecedor, especificando as condições oferecidas) e terá as mesmas coberturas. Entretanto, isso deve estar claro para o consumidor e descrito no contrato.</p>
<p>“Neste caso, é fundamental conhecer a garantia do fabricante para estar a par de informações como: quais os direitos que você terá ao contratar a garantia estendida; qual o prazo da garantia do fabricante; quando começa a valer a garantia estendida; entre outras”, especifica a advogada.</p>
<p>Mas, segundo Gisele, se o intuito da contratação do serviço for complementar a garantia do fabricante, o seguro irá apenas cobrir danos que a garantia do fabricante não cobre. “Sendo assim, o consumidor deve checar o que o contrato de seguro de garantia complementar oferece e comparar com o da garantia dada pelo fornecedor. Dessa forma, ele poderá se certificar se vale à pena contratar, lembrando que é essencial que o consumidor tenha ciência das exclusões de cobertura e deve exigir essas informações na hora da compra”.</p>
<p>Outro ponto são as cláusulas do contrato que, muitas vezes, especificam situações em que não há cobertura para o produto.</p>
<p>“Esse é um dos maiores inconvenientes, pois o consumidor só se dá conta destas exclusões quando tenta utilizar a garantia complementar e tem seu pedido recusado pela seguradora. Na maioria das vezes, isso acontece porque o consumidor não leu o contrato ou, se o fez, não teve a devida atenção. Entretanto, em muitos casos essas informações não estão claras para o consumidor. A lei obriga que todas as cláusulas restritivas sejam escritas em destaque, com fácil identificação para o consumidor.</p>
<p>Se isso não ocorrer, poderá o fornecedor ser responsabilizado”, explica Gisele.</p>
<address><strong>FONTE:</strong></address>
<address><strong>Data: 20120223 &#8211; Fonte: Seguros via internet – Flávia Ghiurghi</strong></address>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Quanto custa ter e manter um carro</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 17:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, os gastos mensais feitos com um veículo novo representam, em média, 3% a 4% do valor desembolsado na aquisição do carro.  Ouvir que o impacto de um carro no bolso se assemelha ao peso de um filho no orçamento é comum – e não deixa de fazer sentido. Afinal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Quanto-custa-ter-e-manter-um-carro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1951" title="Quanto custa ter e manter um carro" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Quanto-custa-ter-e-manter-um-carro.jpg" alt="" width="320" height="213" /></a>Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, os gastos mensais feitos com um veículo novo representam, em média, 3% a 4% do valor desembolsado na aquisição do carro.</p>
<p> Ouvir que o impacto de um carro no bolso se assemelha ao peso de um filho no orçamento é comum – e não deixa de fazer sentido. Afinal de contas, os gastos que serão feitos com o automóvel serão regulares e irão muito além do desembolso para por o veículo na garagem.</p>
<p>O educador financeiro Renaldo Domingos, do Instituto DSOP, alerta, contudo, que nem todo mundo considera o dispêndio com impostos, manutenção e até eventuais multas antes de comprar um carro. O resultado, escreve ele no livro “Livre-se das dívidas”, é o que o veículo pode se tornar “uma prisão financeira disfarçada de liberdade”.</p>
<p>Pelos cálculos de Domingos, de 3% a 4% do valor do carro serão gastos todos os meses pelo motorista. O percentual inclui IPVA, seguro, DPVAT, inspeção veicular, gasolina, revisão, estacionamento e também a depreciação natural do veículo – ao cruzar os portões da concessionária o carro já perde cerca de 10% do seu valor.</p>
<p>No frigir dos ovos, um carro popular de 25.000 reais terá um impacto mensal médio de 875 reais nas contas de seu proprietário, ou 10.500 reais por ano.</p>
<p>Na visão do educador financeiro, é muito comum que os consumidores comprem o primeiro carro financiado, em geral por um valor próximo a 25.000 reais. Mas quem dividir a conta em até 60 meses, terminará este período tendo pago 42.000 reais pelo Automóvel, em prestações mensais de 700 reais.</p>
<p>&#8220;Sempre haverá quem defenda que esté é um bom negócio&#8221;, escreve Domingos. &#8220;O problema é que, cego de desejo, você não pensa duas vezes: compra e, depois, só depois, percebe concretamente as consequências da decisão tomada.&#8221; Para ele, quem avalia apenas se a parcela do financiamento cabe no bolso e subestimando todo o resto, corre um sério risco de perder o controle</p>
<p>das finanças. &#8220;Equivocadamente, algumas pessoas acreditam que o carro é um bem de investimento, quando, na verdade, ele não passa de um bem de consumo, cuja aquisição mal planejada pode correr as bases do orçamento.&#8221;</p>
<p>Ele lembra que carros mais potentes e luxuosos implicam maior consumo de combustível e gastos também maiores com seguros e peças. &#8220;Ao tomar a decisão de comprar um modelo mais sofisticado, é preciso ter certeza que será possível arcar com os custos adicionais acarretados pela aquisição&#8221;, finaliza Domingos.</p>
<address>FONTE:</address>
<address>Data: 20111010 &#8211; Fonte: Exame.com</address>
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		<title>Bom exemplo começa em casa</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 17:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Educar nunca foi uma tarefa fácil. Há pais que se preocupam com a falta de tempo e correria do dia a dia. Outros ficam neuróticos com a questão da renda, têm de fazer dinheiro para colocar o filho no melhor colégio, no melhor cursinho, levar para viajar, entre tantas outras coisas. Tem os pais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/BOM-EXEMPLO-COMEÇA-EM-CASA.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1946" title="BOM EXEMPLO COMEÇA EM CASA" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/BOM-EXEMPLO-COMEÇA-EM-CASA.jpg" alt="" width="144" height="96" /></a>Educar nunca foi uma tarefa fácil. Há pais que se preocupam com a falta de tempo e correria do dia a dia. Outros ficam neuróticos com a questão da renda, têm de fazer dinheiro para colocar o filho no melhor colégio, no melhor cursinho, levar para viajar, entre tantas outras coisas. Tem os pais que acham o mundo muito violento e não sabem lidar com a questão. O fato é que todos os filhos vão crescer, desejarão liberdade, alcançarão a maioridade e, muito provavelmente, vão cobiçar ter um carro próprio ou usar o dos pais. A educação no trânsito, portanto, precisa ser levada em conta desde sempre.</p>
<p>Sendo assim, é preciso que as pessoas percebam a importância da educação no trânsito. Ela faz parte de toda família, de uma maneira ou de outra. Até mesmo daquelas que não possuem um veículo, afinal todos nós usamos ônibus, táxi, pegamos carona e somos pedestres. Do que muitas vezes não nos damos conta é que, desde cedo, a criança faz parte desse universo e deixamos de dar atenção ao tema.</p>
<p>Construindo comportamento A criança tem contato com o trânsito desde que sai do berçário. Com a idade um pouquinho mais avançada, do banco de trás e sentada na cadeirinha, observa o comportamento dos pais na direção. Mais tarde, na escola, recebe ensinamentos sobre a importância de atravessar na faixa de pedestre, olhar para um lado e outro, respeitar as placas de sinalização de trânsito, usar o cinto, tomar cuidado ao andar de bicicleta ou skate na rua.</p>
<p>Segundo a psicóloga Daniela Soares, que realiza consultoria particular, é fundamental que a criança tenha bons exemplos para se tornar um adulto responsável e bem educado. Para ela, a questão da educação no trânsito é um processo natural que vai sendo construído diariamente. “Os pais são referências aos filhos.</p>
<p>O bom ou mau exemplo vem principalmente de casa. Não se pode depositar a educação somente às escolas”, comenta Daniela.</p>
<p>Conversar com os filhos de maneira sistemática e mostrar as responsabilidades, direitos e deveres é recomendável. Expor os perigos, informar sobre sinalização devem fazer parte do cotidiano das famílias.</p>
<p>Assim teremos adultos e uma sociedade mais bem educada.</p>
<p>Maioridade</p>
<p>Outro momento crucial é quando os filhos alcançam a maioridade e desejam ter seu carro próprio ou usar o dos pais. Daniela afirma que a entrega das chaves só deve acontecer quando o filho tiver passado pelos processos legais de maneira positiva. E chama atenção para a importância dos pais observarem o grau de maturidade e responsabilidade do filho.</p>
<p>“É comum, principalmente entre pais e filhos, o empréstimo do carro antes do jovem estar devidamente habilitado. É um erro gravíssimo. Sabemos que o exemplo vale muito mais que palavras”, alerta.</p>
<p>Colocar um fim nos acidentes diários depende de todos nós e educar é a palavra de ordem. Conhecer as leis, as regras, o comportamento dos filhos e avaliar as próprias atitudes são a estrada saudável que devemos seguir.</p>
<p>“Se o jovem não tem maturidade para entender que a combinação de bebida e direção não funciona, o pai que entregar um carro na mão desse filho estará sendo irresponsável”, comenta.</p>
<p>Números de vítimas são alarmantes</p>
<p>Pessoas morrem diariamente em acidentes no trânsito. Seja por pressa, bebida, falta de respeito aos sinais e leis, desatenção ao volante, entre inúmeros outros fatores, os números de mortes são assustadores. De 1998 até 2008, os acidentes de trânsito mataram 370 mil brasileiros, segundo dados do Mapa da Violência 2011, divulgados no início de abril pelo Instituto Sangari, cuja missão é disseminar a cultura científica no país e trabalha em parceria com o Ministério da Educação.</p>
<address>FONTE:</address>
<address><strong>Home Auto Residencial Náutico</strong></address>
<address><strong>Dicas Auto / RE Page 1 of 1</strong></address>
<address><strong>http://www.dicasautore.com.br/publicador/CMS.do?idSecao=0F31BADB-D356-5619&#8230; 22/11/2011</strong></address>
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		<title>Para imóvel de R$ 100 mil, seguro de R$ 200 por ano</title>
		<link>http://www.setesegseguros.com.br/novosite/noticias/para-imovel-de-r-100-mil-seguro-de-r-200-por-ano</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 17:14:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria dos financiamentos imobiliários inclui o seguro básico, com cobertura para morte, invalidez e danos ao imóvel causados por incêndio e explosão, mas a contratação desse produto pelo consumidor comum ainda é considerada tímida pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). O mercado de seguro residencial no país cresceu 2,7% de 2010 para 2011, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Para-imóvel-imagem-1.jpg"><img title="Para imóvel imagem 1" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Para-imóvel-imagem-1.jpg" alt="" width="295" height="171" /></a>A maioria dos financiamentos imobiliários inclui o seguro básico, com cobertura para morte, invalidez e danos ao imóvel causados por incêndio e explosão, mas a contratação desse produto pelo consumidor comum ainda é considerada tímida pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). O mercado de seguro residencial no país cresceu 2,7% de 2010 para 2011, quando alcançou receita de R$ 1,3 bilhão, no entanto, apenas</p>
<p>12% dos brasileiros possuem seguro residencial. Desconhecimento sobre o funcionamento do setor e a expectativa quanto ao pagamento mensal fazem o brasileiro</p>
<p>evitar o seguro:</p>
<p>— Muita gente tem seguro do carro, mas não protege a residência. O brasileiro não tem o hábito de planejar, fica com aquela ideia de que o problema só vai acontecer com o outro. Na verdade, a residência é o maior patrimônio de uma família. E pagar por um seguro pode custar bem menos do que a maioria pensa: o seguro de um apartamento de R$ 100 mil no Rio ou em São Paulo custa até R$ 200 por ano — diz Eduardo Marcelino, presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais da FenSeg, para quem a iniciativa da Caixa demonstra o amadurecimento do mercado.</p>
<p>O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) alerta que para evitar sustos na aquisição de seguros o consumidor deve ler o contrato com atenção, preencher o perfil com sinceridade e dar preferência aos pagamentos à vista, ou no máximo em quatro parcelas:</p>
<p>— Existem dois tipos de seguro: o de Valor de Mercado Referenciado e o de Valor Determinado. O primeiro é o mais usual: a indenização integral é condicionada por uma tabela de referência (a mais conhecida é a Fipe), que deve estar indicada no contrato. Também deve haver um fator de reajuste sobre esse valor. Já a outra modalidade prevê uma indenização integral fixa, prevista em contrato — explica Maria Elisa Novais, gerente jurídica do Idec.</p>
<address><strong>FONTE: </strong></address>
<address><strong>Oglobo.com <a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Para-imóvel-imagem-1.jpg"></a></strong></address>
<address><strong> </strong><strong>Data: 20120418 </strong></address>
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		<title>O Globo &#8211; Proteção veicular não garante segurança</title>
		<link>http://www.setesegseguros.com.br/novosite/noticias/o-globo-protecao-veicular-nao-garante-seguranca</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 17:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a Susep, órgão fiscalizador, há pelo menos 300 empresas vendendo &#8220;seguro-pirata&#8221; no país. Com o crescimento das vendas de automóveis, um novo golpe na hora de fazer o seguro do carro vem ganhando força no país. Trata-se de um serviço chamado proteção veicular, oferecido, na maioria dos casos, por associações e cooperativas. Funciona assim: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/globo-proteção-veicular-imagem-2.bmp"><img title="globo -  proteção veicular imagem 2" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/globo-proteção-veicular-imagem-2.bmp" alt="" /></a></strong></p>
<p>Segundo a Susep, órgão fiscalizador, há pelo menos 300 empresas vendendo &#8220;seguro-pirata&#8221; no país.</p>
<p>Com o crescimento das vendas de automóveis, um novo golpe na hora de fazer o seguro do carro vem ganhando força no país.</p>
<p>Trata-se de um serviço chamado proteção veicular, oferecido, na maioria dos casos, por associações e cooperativas. Funciona assim: a pessoa se associa ao grupo e paga mensalmente um valor para proteger seu automóvel. E se houver um sinistro, todos teriam que se cotizar para pagar a indenização. Acontece que grande parte desses associados não consegue ser ressarcido quando ocorre um furto ou dano causado por acidentes, revela a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que fiscaliza o setor.</p>
<p>Segundo um levantamento feito pela Susep, estima-se que mais de 300 empresas atuem no país, de forma irregular, oferecendo o serviço, que se assemelha a um seguro veicular. De acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), mais de 500 mil pessoas já teriam se associado ao que ela considera um &#8220;seguro pirata&#8221;. O problema, chamado de &#8220;golpe&#8221; pela Susep, veio à tona após centenas de queixas chamarem a atenção dos técnicos do órgão regulador. Susep tem mais de cem processos em andamento.</p>
<p>Diferentemente das seguradoras tradicionais, essas associações não pedem autorização da Susep para operar. Com isso, não estão sujeitas a regras que protegem o cliente, como capital mínimo para funcionar e as regras de prudência, que permitem liquidez em caso de solvência. Dessa forma, diz Luciano Portal, superintendente da Susep, essas &#8220;empresas&#8221; não honram seus contratos a longo prazo, já que muitas fecham as portas, após captar recursos dos associados.</p>
<p>Assim que recebe uma queixa, a Susep investiga e abre um processo administrativo. Atualmente, são mais de cem em andamento. De acordo com estimativas de fontes ligadas ao órgão regulador, foram cerca de R$110 milhões em multas aplicadas a essas empresas.</p>
<p>- Esse assunto está ganhando uma dimensão cada vez maior e gerando muitos transtornos. Elas estão conquistando muitos clientes, com preços baixos. Temos casos de empresas que nem existem mais, pois já fecharam as portas &#8211; afirma Portal.</p>
<p>Foi o que aconteceu com o comerciante Domingos Couto, de 60 anos. Ao comprar um carro em março, decidiu aderir à proteção veicular. Pagava cerca de R$100 por mês até ter o carro furtado em agosto. Ao tentar acionar a empresa, veio a surpresa:</p>
<p>- Vi que a empresa tinha fechado as portas há dois meses, mas eu continuava pagando. Achei que o serviço era um seguro, porque eles usavam expressões como sinistro, comum ao seguro. Achei que era confiável. Hoje nem sei como achar a companhia, cuja sede é em Minas Gerais.</p>
<p>Ele, assim como a psicóloga Fernanda Torres, 33 anos, não conseguiu ter o serviço após um acidente de trânsito. Ao aderir ao serviço de proteção veicular, Domingos e Fernanda assinaram um contrato dividindo o risco com os demais associados. Ou seja,</p>
<p>todos pagariam quando alguém tivesse de ser indenizado. Na seguradora, quem assume esse risco é apenas a empresa.</p>
<p>- Outra diferença que percebi é que apenas o valor do meu carro entrava no valor do prêmio. Só isso era usado na base de cálculo. E sei que, ao fazer um seguro tradicional, várias outras características são avaliadas, como endereço, idade do condutor e filhos maiores de 25 anos &#8211; afirma Fernanda.</p>
<p>A proteção veicular, segundo especialistas, começou a ser oferecida em Minas Gerais. Em seguida, ganhou força no Rio de Janeiro, no Espírito Santo, na Bahia e no interior de São Paulo. O problema já assusta os corretores, segundo o Sindicato dos Corretores de Seguro (Sincor). A corretora Sônia Abranches diz que é crescente o número de clientes reclamando:</p>
<p>- O problema é que as pessoas já acham o seguro um produto confuso. Aí, acontece esse tipo de coisas e atrapalha ainda mais.</p>
<p>Eu estava no sinal de trânsito em Caxias e recebi um panfleto de uma empresa oferecendo o serviço. Fiquei impressionada como essas associações estão usando táticas de marketing para captar clientes.</p>
<p>Assim, segundo cálculos de Neival Freitas, diretor-executivo da FenSeg, cerca de 500 mil proprietários de veículos em todo o país já teriam se associado a essas cooperativas que prometem proteção em caso de dano.</p>
<p>- Há quem compare essa prática ao &#8220;esquema de pirâmide&#8221;, que promete lucros a quem fizer uma pequena contribuição. No &#8220;seguro-pirata&#8221;, os associados pagam um valor e, quando têm um problema (sinistro), ele é rateado&#8221; entre todos do grupo &#8211; disse.</p>
<p>Quem se associa ao serviço perde a qualidade de consumidor Segundo Freitas, o proprietário de veículo que se associa a uma empresa dessas perde a qualidade de consumidor, pois passa a ser um associado ou cooperativado. As empresas seguradoras estão sujeitas à aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Porém, essas associações e cooperativas, não.</p>
<p>- Ainda hoje o consumidor brasileiro preocupa-se apenas com o valor a pagar, sem prestar atenção à qualidade do serviço que está sendo prometido. O atrativo do &#8220;seguro-pirata&#8221; é o preço, mas o consumidor não tem qualquer garantia &#8211; diz Freitas.</p>
<p>De olho nos problemas envolvendo os consumidores, a Susep decidiu dar um tratamento diferenciado às empresas que oferecem proteção veicular. Como um processo leva seis anos para ser julgado na Susep, o órgão firmou parceria com a Advocacia-Geral da União (AGU) para proibir, na Justiça, que essas associações consigam vender a proteção veicular. O objetivo é acelerar a punição, diz Portal. O órgão também está dialogando com a Polícia Federal e o Ministério Público.</p>
<p>- Apenas em uma semana foram cinco liminares concedidas pela Justiça &#8211; destaca Portal. Uma das associações que oferecem o serviço informou que a proteção veicular foi criada para quem não tem condições de pagar por um seguro. Além disso, frisou que todas as empresas que atuam no mercado não podem ser punidas pelo erro de por um seguro. Além disso, frisou que todas as empresas que atuam no mercado não podem ser punidas pelo erro de associações menores que atuam no segmento e agem de má-fé.</p>
<p>ONDE RECLAMAR</p>
<p>A Superintendência de Seguros Privados e de Capitalização (Susep), na Av. Presidente Vargas 730, Centro, esclarece dúvidas sobre seguros, planos de previdência privada e de capitalização. Informações: 0800 021 8484.</p>
<p><strong><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/globo-proteção-veicular-imagem-2.bmp"></a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Seguro residencial: saiba por que o custo-benefício compensa</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 16:50:10 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Despesa pode ser muito baixa em relação aos possíveis estragos; conheça os custos da apólice  São Paulo &#8211; Se o brasileiro é apaixonado por carro, também é obcecado pela compra da casa própria. Mas sem dúvida é mais fácil conhecer quem contrate seguro de carro do que alguém que tenha uma apólice para a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Seguro-residencial-saiba-por-que-o-custo-beneficio-compensa.bmp"></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/SEGURO-RESIDENCIAL1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1939" title="SEGURO RESIDENCIAL" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/SEGURO-RESIDENCIAL1.jpg" alt="" width="640" height="384" /></a></strong></p>
<p><strong>Despesa pode ser muito baixa em relação aos possíveis estragos; conheça os custos da apólice</strong> </p>
<p>São Paulo &#8211; Se o brasileiro é apaixonado por carro, também é obcecado pela compra da casa própria. Mas sem dúvida é mais fácil conhecer quem contrate seguro de carro do que alguém que tenha uma apólice para a sua casa. É claro que o mercado de seguros ainda tem muito que caminhar no país, mas o custo benefício do seguro residencial pode compensar, especialmente para quem mora em locais de risco.</p>
<p>Imagine viver em uma casa numa região com grande incidência de vendavais ou alagamentos. Ou então morar em um local onde o fornecimento de energia elétrica não seja muito estável, com picos de luz frequentes. Nesses casos, uma apólice para cobrir a reposição dos bens e uma eventual reconstrução da casa pode valer muito a pena. O custo de um seguro-residência bem completo não costuma ultrapassar 0,5% do valor do imóvel, chegando, quando muito, a 1% desse valor, ao passo que o seguro de carro costuma variar entre 3% e 9% do valor do veículo.</p>
<p>Além disso, o segurado pode escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil. Por exemplo, quem mora em um apartamento no 15º andar certamente não precisa contratar uma cobertura para enchente ou vendaval. Mesmo assim, ao buscar um seguro, o segurado deve ler atentamente as exclusões no contrato, para se certificar de que os eventos que podem lhe ocorrer estão de fato cobertos.</p>
<p>A contratação de um seguro residencial deve ser feita em uma seguradora que alie um número razoável de coberturas suficientemente amplas a um bom preço. Para isso, pesquisa é fundamental, e a ajuda de um corretor é aconselhável. A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor &#8211; Proteste divulgou neste ano</p>
<p>um levantamento avaliando as principais coberturas e o preço de 14 grandes seguradoras. A única que recebeu conceito &#8220;bom&#8221; foi a <strong>Bradesco </strong>Seguros, mas nenhuma delas obteve conceito &#8220;ruim&#8221;. Veja o ranking:</p>
<table style="width: 606px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" width="95" valign="bottom"><strong>BOM</strong></td>
<td rowspan="2" width="154" valign="bottom"><strong>ACEITÁVEL PARA BOM</strong></td>
<td rowspan="2" width="187" valign="bottom"><strong>ACEITÁVEL</strong></td>
<td rowspan="2" width="170" valign="bottom"><strong>FRACO PARA ACEITÁVEL</strong></td>
<td width="0" height="19"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="0" height="19"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="95" valign="bottom">BRADESCO</td>
<td width="154" valign="bottom">PORTO SEGURO</td>
<td width="187" valign="bottom">LIBERTY</td>
<td width="170" valign="bottom">HDI</td>
<td width="0" height="20"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="95" valign="bottom"> </td>
<td width="154" valign="bottom">MARÍTIMA</td>
<td width="187" valign="bottom">RSA-ROYAL &amp; SUNALLIANCE</td>
<td width="170" valign="bottom"> </td>
<td width="0" height="20"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="95" valign="bottom"> </td>
<td width="154" valign="bottom">AZUL</td>
<td width="187" valign="bottom">ZURICH MINAS</td>
<td width="170" valign="bottom"> </td>
<td width="0" height="20"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="95" valign="bottom"> </td>
<td width="154" valign="bottom">MAPFRE</td>
<td width="187" valign="bottom">TOKIO MARINE</td>
<td width="170" valign="bottom"> </td>
<td width="0" height="20"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="95" valign="bottom"> </td>
<td width="154" valign="bottom">ALLIANZ</td>
<td width="187" valign="bottom">ITAÚ SEGUROS</td>
<td width="170" valign="bottom"> </td>
<td width="0" height="20"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="95" valign="bottom"> </td>
<td width="154" valign="bottom">SUL AMÉRICA</td>
<td width="187" valign="bottom">GENERALLI</td>
<td width="170" valign="bottom"> </td>
<td width="0" height="20"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Proteste<strong> </strong></p>
<p><strong>O que pesa no preço</strong></p>
<p><strong> </strong>O valor segurado de um seguro residencial deve ser determinado não a partir do valor do imóvel, mas sim dos custos para reconstrução e reposição dos bens que possam ser roubados ou danificados. O valor do terreno, portanto, não entra nessa conta, pois mesmo se o segurado tiver sua casa inteiramente destruída, ainda será dono do terreno.</p>
<p>Para determinar o custo de reconstrução leva-se em conta o valor do metro quadrado, incluindo os acabamentos. Já o valor de reposição dos bens do interior da casa é estimado após inventário, feito pelo próprio segurado ou após perícia da seguradora. É preciso levar em consideração que nem todos os itens são cobertos pelo seguro residencial regular (veja quais itens não costumam ser cobertos).</p>
<p>O valor do prêmio, por sua vez, dependerá de fatores como a quantia segurada, a quantidade e os tipos de coberturas. Veja dicas para escolher apenas as coberturas necessárias. A título de exemplo, o corretor Clécio Bricchesi, da Nova Feabri, simulou uma apólice de 90.000 reais para uma casa na região do Grande ABC, em São Paulo, apenas com as coberturas mais comuns. Foi contratado um valor de 50.000 reais para incêndio, raio e explosão e uma quantia de 5.000 reais para cada um dos outros itens. Na seguradora em questão, o prêmio era de 350 reais por ano.</p>
<p> <strong>Composição do Seguro Residencial e peso de cada cobertura no valor do prêmio</strong></p>
<table style="width: 457px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" width="296" valign="bottom"><strong>Cobertura</strong></td>
<td rowspan="2" width="161" valign="bottom"><strong>Peso</strong></td>
<td width="0" height="23"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="0" height="23"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="296" valign="bottom">Incêndio, Raio e Explosão</td>
<td width="161" valign="bottom">4,00%</td>
<td width="0" height="23"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="296" valign="bottom">Danos Elétricos</td>
<td width="161" valign="bottom">17,00%</td>
<td width="0" height="23"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="296" valign="bottom">Impacto de Veículos</td>
<td width="161" valign="bottom">3,00%</td>
<td width="0" height="23"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="296" valign="bottom">Vendaval</td>
<td width="161" valign="bottom">5,00%</td>
<td width="0" height="23"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="296" valign="bottom">Roubo e Furto</td>
<td width="161" valign="bottom">36,00%</td>
<td width="0" height="23"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="296" valign="bottom">Vidros</td>
<td width="161" valign="bottom">15,00%</td>
<td width="0" height="23"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="296" valign="bottom">Responsabilidade Civil Familiar</td>
<td width="161" valign="bottom">1,10%</td>
<td width="0" height="23"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="296" valign="bottom">Perda e Aluguel</td>
<td width="161" valign="bottom">0,90%</td>
<td width="0" height="23"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="296" valign="bottom">Escritório em Residência</td>
<td width="161" valign="bottom">18,00%</td>
<td width="0" height="23"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Nova Feabri corretora</p>
<p><strong> </strong><strong>Veja também como a localização e o tipo de imóvel impactam o valor do prêmio:</strong></p>
<p><strong> </strong>- <strong>Casa X Apartamento: </strong>O seguro para apartamento costuma ser, em média, 20% mais em conta que o seguro de uma casa na mesma região. Apartamentos dispensam, por exemplo, coberturas como as de alagamento e vendaval, eventos que podem castigar uma casa. Além disso, casas estão mais expostas à ação de bandidos, por não contarem com itens de segurança como porteiro e câmeras, o que pode requerer uma cobertura reforçada de roubo e furto.</p>
<p>- <strong>Habitual X Veraneio: </strong>O seguro para casa de veraneio é mais caro e pode até ser recusado por algumas seguradoras. Como fica vazia a maior parte do tempo, esse tipo de residência fica mais vulnerável a furtos e há mais riscos de destruição em caso de incêndio, pois não há ninguém para conter o fogo a tempo.</p>
<p>- <strong>Madeira X Alvenaria: </strong>Casas de madeira são, é claro, mais frágeis em caso de incêndio, vendaval ou alagamento. É de se esperar que o seguro seja mais caro.</p>
<p>- <strong>Localização: </strong>Locais com grande incidência de vendavais, raios, granizo e alagamentos ou ainda aqueles com alto índice de roubo a residência encarecem o prêmio. Por outro lado, é justamente nessas regiões que essas coberturas se fazem mais necessárias.</p>
<p><strong>Outras despesas</strong></p>
<p>No seguro residencial, a franquia é cobrada apenas em algumas coberturas, como danos elétricos, vendaval, impacto de veículos e escritório em residência, e não costuma ultrapassar 10% do valor segurado para aquela cobertura. Ou seja, para um valor segurado de 5.000 reais para danos elétricos, a franquia seria de, no máximo, 500 reais. Franquia é o valor mínimo do estrago para que o seguro possa ser acionado, ou a quantia que deve ser desembolsada pelo segurado em caso de sinistro.</p>
<p>A apólice pode ainda incluir assistência 24 horas, o que pode ser interessante para quem mora sozinho, passa muito tempo fora de casa ou não tem empregada, por exemplo. Os serviços oferecidos atualmente são tão variados quanto chaveiro, encanador, faxineira, babá e consulta em pet shop. Mas o segurado pode selecionar os serviços que deseja incluir. O custo, porém, pode ser bastante elevado. Na mesma simulação feita por Clécio Bricchesi, só a assistência 24 horas completa custava quase o dobro do prêmio da apólice sem esse item.</p>
<p>Finalmente, no valor final do seguro constam, além do prêmio, um custo de apólice de 100 reais e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), com alíquota de 7,38% sobre o valor final. Assim como no seguro de carro, a cada renovação do seguro residencial sem sinistro, o segurado tem direito a um bônus na apólice seguinte, que varia de 5% (no primeiro ano) a 30% (após o quinto ano sem sinistro).</p>
<address><strong>FONTE: </strong></address>
<address><a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/seguros/noticias/seguro-residencial-saiba-custo-beneficio-compensa-599168?page=3&amp;slug_name=seguro-residencial-saiba-custo-beneficio-compensa-599168">http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/seguros/noticias/seguro-residencial-saiba-custo-beneficio-compensa-599168?page=3&amp;slug_name=seguro-residencial-saiba-custo-beneficio-compensa-599168</a></address>
<address><strong>Julia Wiltgen, de EXAME.com  &#8211; </strong><strong>24/09/2010 -<a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Seguro-residencial-saiba-por-que-o-custo-beneficio-compensa.bmp"></a><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/SEGURO-RESIDENCIAL.jpg"></a> 10:24</strong></address>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como escolher o melhor tipo de seguro?</title>
		<link>http://www.setesegseguros.com.br/novosite/noticias/como-escolher-o-melhor-tipo-de-seguro</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Corretor: a escolha de um corretor de seguros é fundamental, pois esse profissional ajudará a selecionar o seguro que atenda as necessidades. Cobertura x custo: as coberturas costumam ser padrões entre as corretoras, porém o índice de preços pode variar entre uma empresa e outra. Por isso, é necessário pesquisar e pesar custo e benefício. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Como-escolher-o-melhor-tipo-de-seguro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1895" title="Como escolher o melhor tipo de seguro" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Como-escolher-o-melhor-tipo-de-seguro.jpg" alt="" width="224" height="176" /></a>Corretor: a escolha de um corretor de seguros é fundamental, pois esse profissional ajudará a selecionar o seguro que atenda as necessidades.</p>
<p>Cobertura x custo: as coberturas costumam ser padrões entre as corretoras, porém o índice de preços pode variar entre uma empresa e outra. Por isso, é necessário pesquisar e pesar custo e benefício.</p>
<p>Terceiros: apesar de facultativa, a cobertura para danos materiais, corporais e morais de terceiros é tão importante quanto a cobertura do carro, pois o proprietário do veículo pode ser responsabilizado pelo acidente.</p>
<p>Sinistralidade: sempre procurar mais de uma seguradora, pois as estatísticas de sinistralidade podem variar entre as empresas, ou seja, o valor do seguro de um determinado carro pode ser mais barato em uma seguradora do que na outra.</p>
<p>Sem mentira: nunca se deve mentir ou omitir informações durante a avaliação do risco, ou seja, se o local onde o carro passará a noite é na garagem ou na rua, se possui alarme, se o uso do carro é para passeio, trabalho ou estudo, além da idade e sexo do condutor do veículo.</p>
<p>Carro zero: se o carro for zero quilômetro é importante saber que, se o seguro for feito antes de o veículo sair da concessionária, não será necessário realizar a vistoria. Algumas seguradoras também garantem, de três a seis meses após a contratação do</p>
<p>seguro, o ressarcimento do valor total do carro zero, em caso de sinistro.</p>
<p>Valores: é possível contratar um seguro com valor de mercado, baseado na tabela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), ou com valor determinado, mais caro e mais incomum. A apólice que consta valor de mercado pode ser alterada, caso o</p>
<p>consumidor julgue que, por conta de opcionais colocados fora da concessionária, o carro tenha valor superior.</p>
<p>Mulher: além de ser mais barato do que para os homens, o seguro para condutoras costuma ter mais benefícios. As coberturas são as mesmas, porém, o seguro para mulheres pode oferecer isenção de franquia no primeiro sinistro, por exemplo.</p>
<p>Profissionais: quem usa o carro como instrumento de trabalho deve saber que é possível pedir um carro reserva, porém a variação de preço pode chegar a 15% do valor total do seguro. Em algumas seguradoras, o serviço já está embutido na assistência 24 horas, por isso é importante se informar antes.</p>
<p>Franquia: o que poucos consumidores sabem é que existem três tipos de franquia: normal, reduzida e facultativa. A normal é a que todos conhecem, cobrada em qualquer apólice, porém é possível escolher outras modalidades. No caso da reduzida, o proprietário pede que a franquia tenha 50% de desconto, mas ela pode encarecer o seguro entre 10% e 15%. Já a franquia facultativa custa o dobro da normal, mas concede desconto de 10% no valor do seguro.</p>
<p>Seguro para o seu veículo Ricardo Ausek &gt; Corretor e delegado Sincor-PRO Diário &#8211; Qual o procedimento para fazer um seguro?</p>
<p>O seguro de carro passa pela análise orçamentária do contratante e, caso haja o interesse, o veículo é submetido a uma vistoria em que será averiguado o estado e a procedência do mesmo, além de outros fatores que cada seguradora julga necessário.</p>
<p>O Diário &#8211; Como é definido os valores das apólices?</p>
<p>As coberturas básicas, colisão, incêndio e roubo, são as mesmas para todas as seguradoras. Porém, o que encarece são as garantias adicionais e seus valores contratados, ou seja, danos causados a terceiros, assistência 24 horas, carro reserva e</p>
<p>outros.</p>
<p>O Diário &#8211; Se o contratante do seguro for mulher, casada e com filho, a apólice é mais barata? É relativo, pois também depende do tipo de uso do veículo e se os filhos já estão em idade de uso ou compartilhamento do carro. No entanto, é bom lembrar que há sim uma leve diferença.</p>
<p>A maioria está protegida 70% dos automóveis, no Brasil, são segurados.</p>
<p>80% dos veículos, no Paraná, possuem seguro.<strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Fonte: </strong>O diário.com<strong></strong></p>
<p><strong>Data: 10/11/2011</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os carros mais roubados do Brasil</title>
		<link>http://www.setesegseguros.com.br/novosite/noticias/os-carros-mais-roubados-do-brasil</link>
		<comments>http://www.setesegseguros.com.br/novosite/noticias/os-carros-mais-roubados-do-brasil#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setesegseguros.com.br/novosite/?p=1887</guid>
		<description><![CDATA[Gol e Uno são os primeiros da lista que tem também Fusca e MonzaPor . Gol, da Volkswagen: o modelo mais roubado durante este ano. O Gol, da Volkswagen é o carro mais roubado ou furtado do Brasil. Somente entre janeiro e outubro de 2011 foram registrados 35.636 casos. O número é bem maior que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Carros-mais-roubados-no-Brasil.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1889" title="Carros mais roubados no Brasil" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Carros-mais-roubados-no-Brasil.jpg" alt="" width="275" height="254" /></a>Gol e Uno são os primeiros da lista que tem também Fusca e MonzaPor .</p>
<p>Gol, da Volkswagen: o modelo mais roubado durante este ano.</p>
<p>O Gol, da Volkswagen é o carro mais roubado ou furtado do Brasil. Somente entre janeiro e outubro de 2011 foram registrados 35.636 casos. O número é bem maior que o do segundo veículo mais visado, o Fiat Uno, que teve 16.978 unidades furtadas ou roubadas nos primeiros 10 meses do ano. Os dados são da CNSEG (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) e foram obtidos por Época NEGÓCIOS.</p>
<p>A preferência pelo Gol se explica pela enorme quantidade de carros desse modelo em circulação nas ruas brasileiras. &#8220;O carro é o que está há mais tempo à venda e criou-se um mercado de peças roubadas atraente para os ladrões&#8221;, diz Neival Rodrigues Freitas, diretor executivo da Fenseg (Federação de Seguros Gerais).</p>
<p>Também aparecem na lista dos dez carros mais roubados, o Fusca, da Volkswagen, e o Monza, da Chevrolet. Mais uma vez a causa é o enorme apetite dos bandidos pelas peças desses veículos. São carros que têm uma frota representativa, mas não dispõem de um bom mercado de peças, o que abre brechas para o mercado negro.</p>
<p>Com base em dados do Denatran, a lista leva em conta não apenas os carros com seguro, mas toda a frota em circulação que paga o DPVAT, o seguro obrigatório de veículos. Segundo a CNSeg, nos dez primeiros meses deste ano foram registrados 215.040 casos de roubo ou furto. Quase todos são modelos mais populares, que circulam em maior número pelas ruas brasileiras. Veja a galeria abaixo com os dez modelos &#8220;preferidos&#8221; dos bandidos.<strong> </strong></p>
<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Os-carros-mais-roubados-do-Brasil-2.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-1888" title="Os carros mais roubados do Brasil-2" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/Os-carros-mais-roubados-do-Brasil-2.bmp" alt="" width="553" height="549" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Fonte: O Globo | </strong>/ Silvia Balieiro<strong></strong></p>
<p><strong>Data: 10/11/2011</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Proteção veicular não garante segurança</title>
		<link>http://www.setesegseguros.com.br/novosite/noticias/protecao-veicular-nao-garante-seguranca</link>
		<comments>http://www.setesegseguros.com.br/novosite/noticias/protecao-veicular-nao-garante-seguranca#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a Susep, órgão fiscalizador, há pelo menos 300 empresas vendendo &#8220;seguro-pirata&#8221; no país com o crescimento das vendas de automóveis, um novo golpe na hora de fazer o seguro do carro vem ganhando força no país. Trata-se de um serviço chamado proteção veicular, oferecido, na maioria dos casos, por associações e cooperativas. Funciona assim: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/proteção-veicular.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1883" title="proteção veicular" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/proteção-veicular.jpg" alt="" width="256" height="248" /></a>Segundo a Susep, órgão fiscalizador, há pelo menos 300 empresas vendendo &#8220;seguro-pirata&#8221; no país com o crescimento das vendas de automóveis, um novo golpe na hora de fazer o seguro do carro vem ganhando força no país. Trata-se de um serviço chamado proteção veicular, oferecido, na maioria dos casos, por associações e cooperativas. Funciona assim: a pessoa se associa ao grupo e paga mensalmente um valor para proteger seu automóvel. E se houver um sinistro, todos teriam que se cotizar para pagar a indenização. Acontece que grande parte desses associados não consegue ser ressarcido</p>
<p>quando ocorre um furto ou dano causado por acidentes, revela a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que fiscaliza o setor.</p>
<p>Segundo um levantamento feito pela Susep, estima-se que mais de 300 empresas atuem no país, de forma irregular, oferecendo serviço, que se assemelha a um seguro veicular. De acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), mais de 500 mil pessoas já teriam se associado ao que ela considera um &#8220;seguro pirata&#8221;. O problema, chamado de &#8220;golpe&#8221; pela Susep, veio à tona após centenas de queixas chamarem a atenção dos técnicos do órgão regulador. Susep tem mais de cem processos em andamento.</p>
<p>Diferentemente das seguradoras tradicionais, essas associações não pedem autorização da Susep para operar. Com isso, não estão sujeitas a regras que protegem o cliente, como capital mínimo para funcionar e as regras de prudência, que permitem liquidez em caso de solvência. Dessa forma, diz Luciano Portal, superintendente da Susep, essas “empresas&#8221; não honram seus contratos a longo prazo, já que muitas fecham as portas, após captar recursos dos associados.</p>
<p>Assim que recebe uma queixa, a Susep investiga e abre um processo administrativo. Atualmente, são mais de cem em andamento. De acordo com estimativas de fontes ligadas ao órgão regulador, foram cerca de R$110 milhões em multas aplicadas</p>
<p>a essas empresas. Esse assunto está ganhando uma dimensão cada vez maior e gerando muitos transtornos. Elas estão conquistando muitos clientes, com preços baixos. Temos casos de empresas que nem existem mais, pois já fecharam as portas &#8211; afirma Portal.</p>
<p>Foi o que aconteceu com o comerciante Domingos Couto, de 60 anos. Ao comprar um carro em março, decidiu aderir à proteção veicular. Pagava cerca de R$100 por mês até ter o carro furtado em agosto. Ao tentar acionar a empresa, veio a surpresa:</p>
<p>Vi que a empresa tinha fechado as portas há dois meses, mas eu continuava pagando. Achei que o serviço era um seguro, porque eles usavam expressões como sinistro, comum ao seguro. Achei que era confiável. Hoje nem sei como achar a companhia, cuja sede é em Minas Gerais.</p>
<p>Ele, assim como a psicóloga Fernanda Torres, 33 anos, não conseguiu ter o serviço após um acidente de trânsito. Ao aderir ao serviço de proteção veicular, Domingos e Fernanda assinaram um contrato dividindo o risco com os demais associados. Ou seja,</p>
<p>todos pagariam quando alguém tivesse de ser indenizado. Na seguradora, quem assume esse risco é apenas a empresa.</p>
<p>Outra diferença que percebi é que apenas o valor do meu carro entrava no valor do prêmio. Só isso era usado na base de cálculo. E sei que, ao fazer um seguro tradicional, várias outras características são avaliadas, como endereço, idade do condutor e filhos maiores de 25 anos &#8211; afirma Fernanda.</p>
<p>A proteção veicular, segundo especialistas, começou a ser oferecida em Minas Gerais. Em seguida, ganhou força no Rio de Janeiro, no Espírito Santo, na Bahia e no interior de São Paulo. O problema já assusta os corretores, segundo o Sindicato dos Corretores de Seguro (Sincor). A corretora Sônia Abranches diz que é crescente o número de clientes reclamando: O problema é que as pessoas já acham o seguro um produto confuso. Aí, acontece esse tipo de coisas e atrapalha ainda mais.</p>
<p>Eu estava no sinal de trânsito em Caxias e recebi um panfleto de uma empresa oferecendo o serviço. Fiquei impressionada como essas associações estão usando táticas de marketing para captar clientes.</p>
<p>Assim, segundo cálculos de Neival Freitas, diretor-executivo da FenSeg, cerca de 500 mil proprietários de veículos em todo o país já teriam se associado a essas cooperativas que prometem proteção em caso de dano.</p>
<p>- Há quem compare essa prática ao &#8220;esquema de pirâmide&#8221;, que promete lucros a quem fizer uma pequena contribuição. No&#8221;seguro-pirata&#8221;, os associados pagam um valor e, quando têm um problema (sinistro), ele é rateado&#8221; entre todos do grupo &#8211; disse.</p>
<p>Quem se associa ao serviço perde a qualidade de consumidor Segundo Freitas, o proprietário de veículo que se associa a uma empresa dessas perde a qualidade de consumidor, pois passa a ser um associado ou cooperativado. As empresas seguradoras estão sujeitas à aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Porém, essas associações e cooperativas, não.</p>
<p>Ainda hoje o consumidor brasileiro preocupa-se apenas com o valor a pagar, sem prestar atenção à qualidade do serviço que está sendo prometido. O atrativo do &#8220;seguro-pirata&#8221; é o preço, mas o consumidor não tem qualquer garantia &#8211; diz Freitas.</p>
<p>De olho nos problemas envolvendo os consumidores, a Susep decidiu dar um tratamento diferenciado às empresas que oferecem proteção veicular. Como um processo leva seis anos para ser julgado na Susep, o órgão firmou parceria com a Advocacia-Geral da União (AGU) para proibir, na Justiça, que essas associações consigam vender a proteção veicular. O objetivo é acelerar a punição, diz Portal. O órgão também está dialogando com a Polícia Federal e o Ministério Público.</p>
<p>Apenas em uma semana foram cinco liminares concedidas pela Justiça &#8211; destaca Portal.Uma das associações que oferecem o serviço informou que a proteção veicular foi criada para quem não tem condições de pagar por um seguro. Além disso, frisou que todas as empresas que atuam no mercado não podem ser punidas pelo erro de por um seguro. Além disso, frisou que todas as empresas que atuam no mercado não podem ser punidas pelo erro de associações menores que atuam no segmento e agem de má-fé.</p>
<p>ONDE RECLAMAR</p>
<p>A Superintendência de Seguros Privados e de Capitalização (Susep), na Av. Presidente Vargas 730, Centro, esclarece dúvidas sobre seguros, planos de previdência privada e de capitalização. Informações: 0800 021 8484<strong></strong></p>
<p><strong>Fonte: O Globo | Economia | BR</strong></p>
<p><strong>Data: 09/11/2011</strong></p>
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		<title>Segurados podem evitar prejuízos no trânsito</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porto Seguro dá dicas para que segurados evitem ser lesados por terceiros em acidentes. Em muitos acidentes de trânsito é comum que segurados sem culpa na ocorrência arquem sozinhos com o prejuízo. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados para não ser lesado quando a responsabilidade é de um terceiro. A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) dá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/SEGURADOS-PODEM-EVITAR-PREJUIZO-NO-TRANSITO.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1877" title="SEGURADOS PODEM EVITAR PREJUIZO NO TRANSITO" src="http://www.setesegseguros.com.br/novosite/wp-content/uploads/SEGURADOS-PODEM-EVITAR-PREJUIZO-NO-TRANSITO.jpg" alt="" width="320" height="332" /></a></p>
<p>Porto Seguro dá dicas para que segurados evitem ser lesados por terceiros em acidentes.</p>
<p>Em muitos acidentes de trânsito é comum que segurados sem culpa na ocorrência arquem sozinhos com o prejuízo. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados para não ser lesado quando a responsabilidade é de um terceiro. A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) dá algumas dicas para que seus segurados do ramo Auto saibam o que fazer no caso de um acidente:</p>
<p>Primeiramente, mantenha a calma para analisar a situação e depois agir. Não discuta com os outros motoristas, nem com a polícia; Caso alguém tenha se machucado, providencie imediatamente seu socorro;Anote dia, hora e local exato e como ocorreu acidente, assim como as placas dos veículos envolvidos, isto será necessário para o boletim de ocorrência;Sinalize o local para evitar novos acidentes; Mesmo se todos os ocupantes dos carros estiverem bem, procure testemunhas.</p>
<p>Se o outro envolvido não quiser encontrar uma solução amigável para o conserto dos danos nos veículos, as testemunhas podem ser fundamentais para a resolução na Justiça; Comunique imediatamente seu corretor de seguros ou a Central 24 horas de atendimento da Seguradora Porto Seguro, solicitando um guincho para levar o veículo a um local seguro.</p>
<p>Trânsito mais gentil</p>
<p>Ainda sobre o propósito gerar mais segurança no trânsito, a Porto seguro lançou a campanha Transito Mais Gentil (www.transitomaisgentil.com.br), em dezembro de 2009, com o objetivo de promover a tolerância e a gentileza entre motoristas.</p>
<p>“A ideia da campanha surgiu a partir da percepção de nossas próprias equipes de que a intolerância no trânsito tem aumentado”,explica Fabio Luchetti, vice-presidente executivo da Porto Seguro. “O tempo gasto com transporte já é suficientemente estressante. Por isso, nossa intenção, com esta ação, é estimular a reflexão por meio do humor e do testemunho de figuras públicas, que também são motoristas, para que as pessoas evitem ou não agravem situações que diariamente causam mais desgaste e até mesmo violência nas ruas”, completa.</p>
<p>Sem multas Segurados Auto Porto Seguro da Grande São Paulo que não tiverem multas registradas na habilitação, em um período de 12 meses, vão ganhar 5% de desconto na contratação ou renovação do seguro de automóvel, podendo ainda acumular essa redução com outros descontos. A vantagem, inédita no mercado segurador, foi lançado em 1º de março e integra as diversas ações já desenvolvidas pela Companhia para estimular os motoristas a serem mais prudentes e gentis no trânsito, por meio do Movimento. Outro objetivo é incentivar os condutores a evitarem práticas que possam gerar autuações: só na capital paulista, quase R$ 500 milhões devem ser arrecadados com multas ao longo de 2010.</p>
<p>“Partimos da premissa de que os motoristas com ‘zero’ pontos na carteira devem ter um nível de cautela maior na condução de seus veículos, e que isto deve ser uma consequência de quem promove mais a gentileza no trânsito. Por isto, decidimos valorizar essa atitude com 5% de desconto no prêmio líquido do seguro”, acrescenta Marcelo Sebastião, diretor do ramo auto da Porto</p>
<p>Seguro. O desconto será concedido tanto para quem já é segurado Auto Porto Seguro, como para novos clientes que contratarem o seguro. Na renovação, o segurado poderá obter novamente a vantagem, desde que não tenha tomado multas durante a vigência anterior.<strong></strong></p>
<p><strong>Fonte: Fonte: Porto Seguro</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.portoseguro.com.br/">www.portoseguro.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Data: 10/10/2011</strong></p>
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